Fui dar um pequeno passeio para fora dos muros do convento, procurar a frescura da fonte, encantar-me com a vegetação luxuriante do jardim, inebriar-me com o sorriso electrizante das crianças a brincarem no parque infantil. Não fui bem sucedida. Não consegui. Infelizmente. A agua não estava fresca e nem sequer fiquei a saber se era potável. Alguêm sabe? Estas informações nunca chegam ao convento. A vegetação também não era o que eu estava á espera e estava deslocada de sitio. As plantas que faltavam nos canteiros abundavam e abundam por todo o lado onde a estética ainda não chegou, nomeadamente em passeios e bermas de estrada. Em relação ás crianças, fiquei mais tranquila por não as ouvir. Bastou-me olhar para o estado dos brinquedos e agradecer a Deus por, na sua infinita sabedoria, mandar os catraios para outras paragens. Regresso mais uma vez para meditação. Intra muros.
FUI À FONTE BEBER ÀGUA…
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